quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Super básico de inspiração "french"

Amigas, vocês pediram e então hoje vou postar um look super basiquinho mas que fica elegante!

Ao mesmo tempo não é alinhado demais, dá até para ir ao supermercado com as kids!

* Jeans skinny da M. Officer
* Cinto vermelho da C&A
* Camiseta navy
* Scarpin estilo boneca, vermelho, com salto em verniz, da Moleca, que tem na Dafiti





quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Modéstia e legging de couro


Já fiz inúmeras postagens sobre a legging de couro. Reúno abaixo alguns textos delas e outros que desenvolvi depois, em uma fundamentação mais coesa.

Nos últimos anos, apareceu a chamada “leather legging” ou “wet legging”, a “legging de couro” (que não é sempre de couro, mas de uma mistura de materiais com elastano, ou couro sintético etc).








































A peça da moda pode ser usada, desde que com MUITO discernimento e bom senso. É preciso o necessário cuidado para não cair na vulgaridade. Ou, então, para que, mesmo elegante, não seja, então, imodesto o seu uso.

A maioria das fotos que se acha na internet procurando por “legging de couro” demonstra um conjunto que NÃO convém a uma mulher católica. Só que isso é um defeito do vestuário moderno em geral, e, com sabedoria, pode-se, em algumas ocasiões, usá-la.

É preciso saber que é uma roupa mais “espalhafatosa”, pedindo, então, peças que a neutralizem. Além disso, é propícia para um barzinho, para uma festa informal com amigos, mas não para trabalhar ou ir à faculdade.

Por ser mais brilhosa, chama mais a atenção. Assim, é necessário jogar com as roupas, com um casaco que cubra as partes mais sensuais do corpo, ou algum outro estratagema. E não vale usar outras peças igualmente brilhosas, para não virar “perua”. A legging de couro já é chamativa: evite-se criar um conjunto “cheguei” demais.

Enfim, nem todas as mulheres podem usar. A tipo “gostosona” deve evitar: dificilmente conseguirá manter o pudor e a virtude. Coxas grossas não combinam com uma peça que, além de colante, se destaca visualmente pelo brilho.

Se perna não é excessivamente grossa, uma blusa branca, por exemplo rouba a atenção, e um casaco esconde um pouco as coxas, bem como a postura ajuda a manter o recato, mesmo com uma peça que nem sempre seja recomendável.

Pode-se também usar a peça com uma sobre-legging, sapatos bem delicados.

Uma sugestão é trajar a legging de couro com um blazer de número um pouco maior e uma blusa de seda, o que dá um ar mais discreto, que é reforçado por um scarpin. O casaco comprido protege o formato da legging e, principalmente se for sóbrio – ainda que moderno – contrasta perfeitamente com a “atenção” chamada pelo estilo da calça.




terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Palestras e cursos

A leitora quer ter uma palestra, conferência ou curso em sua cidade? Basta entrar em contato comigo, por comentário nesta página ou pelo contato da imagem abaixo (mensagem inbox na fanpage no Facebook).

Estou à disposição para marcarmos um evento para seu grupo de amigas, sua paróquia ou movimento. Quem quiser, pode usar a imagem para divulgar em seu blog ou página do Facebook, conta do Twitter, Instagram ou Pinterest e proporcionar que mais pessoas conheçam a virtude da modéstia e aprimorem sua feminilidade e sua elegância, uma manifestação não só da castidade e da dignidade da mulher como também da caridade cristã! Nas palestras procuro focar na formação da auto-estima e no desenvolvimento do seu caráter humano e cristão, que deve se expressar também no estilo pessoal de se vestir, pautando-se pela combinação do recato com a necessária elegância como norma para melhor simbolizar a beleza que tanto atrai as pessoas e aponta para o alto.




Veja abaixo os cursos e palestras que podemos organizar em sua região:

Cursos:
* em todos os cursos, deve haver o início com uma adoração ao Santíssimo Sacramento, uma pausa no meio para o terço, e encerramento com a Santa Missa

Fé e elegância (só para mulheres ou para homens e mulheres)
- Deus nos criou mulheres
- Descubra sua verdadeira beleza
- O estilo reflete quem você é
- Sem regrinhas de “pode” e “não pode”, mas com bom senso e pudor
- Seja fabulosa: dê a melhor versão de você mesma!
- A elegância não é só vestir...
- Amor, família e amizades
– Refinamento e bom gosto: formação integral e crescimento como virtude
– Torne-se a mulher que o Senhor lhe destinou a ser

A mulher segundo a vontade de Deus (só para mulheres ou para homens e mulheres)
- Quem é a mulher?
- As virtudes da feminilidade
- A santificação da mulher e sua vida espiritual
- O apostolado da mulher
- Deveres de estado: a vontade de Deus para a mulher no lar
- Deveres de estado: a vontade de Deus para a mulher na sociedade

Palestras:

A mulher forte de Provérbios 31 (para homens e mulheres)

Castidade e feminilidade (só para mulheres)

Expresse sua dignidade: a mensagem das suas roupas (só para mulheres)

Celebrando o estilo e a virtude (só para mulheres)

Ser mulher: privilégio e responsabilidade (para homens e mulheres)

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Outras imagens para divulgação:



quarta-feira, 20 de novembro de 2013

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Mamãe cansada ou mamãe desleixada?

Estive refletindo sobre uma discussão entre mães, na qual algumas alegavam que valia andar de qualquer jeito dentro de casa, sem se preocupar com o que está vestindo, e que podiam dormir e acordar a hora que quisessem, uma vez que seu “turno” tem horário maluco. Em parte é verdade.

É certo que quando se tem um bebê em casa ou quando os filhos são pequenos e estão adoentados pela noite é necessário, quase vital, uma cochilada durante o dia. O que não vale é achar que, por causa da maternidade, a vida e a rotina acabaram. Nem mesmo é justificativa para que se tenha um bad hair dayperene.



Pergunto-me se as mães que trabalham fora ficam tirando sonecas pelos cantos, no sofá ou na cadeira de trabalho? Ou se vão trabalhar de pantufas, sem se pentear, com um cabelo enrolado em uma presilha? Ora, se conseguem dominar seu sono e se enfeitar para o exercício laboral fora de casa, por que não para o exercido dentro do lar? Por que razão nossos filhos e maridos merecem tão pouco?

Fico encantada com as histórias das mulheres de antigamente que tinham mais de dez filhos. Eram as primeiras a levantar e as últimas a irem dormir. Sempre bem asseadas, com os caprichos que lhes eram permitidos por seus recursos na época. Sempre pontuais e diligentes. E, claro, estou falando de capricho, autodisciplina e elegância, mas não necessariamente que todas eram princesas desfilando os melhores vestidos na corte. Cada situação, necessidade, circunstância histórica e cultural, e condição social impõem determinada aplicação concreta e prática da elegância, mas, como é óbvio, é sempre elegância.

Se quisermos ser exemplo pra nossos filhos é necessário mais que mera disposição e romântica boa vontade. Nossos filhos precisam se livrar desse terrível mal do hedonismo e da frouxidão – que se manifesta também nos gestos exteriores. Temos que nos policiar para sermos pontuais, organizadas, bem arrumadas e mostrar felicidade e positividade a eles.

Demais? Somos humanas? Sim! Não nos nivelemos por baixo, entretanto.  Se eu tenho disposição para passar noites acordadas para terminar um trabalho para meu chefe ou a fim de conquistar minha promoção na empresa, e no outro dia estou cedo pronta e arrumada novamente para o escritório, por que eu não faço o mesmo pela minha família?

E o computador e a pilha de papéis que me acompanhariam pelo serão na madrugada não vão me dar o mesmo sorriso banguela lindo de gratidão. E, no entanto, no convívio diário com meus pequenos e com meu marido, eu me aprumo como para meu emprego?

Um disclaimer. Não estou dizendo que não vamos ter um dia ruim, nem que não possa me vestir de modo mais casual ou despojado, e que tenho que ser perfeita ou encarnar uma caricatura de grande dama da alta sociedade. Tenho, sem embargo, que me esforçar pela minha família como se me esforçasse pela carreira profissional. Também no modo como me visto, me maquio e pinto as unhas.


Devo não criar um personagem de uma elegância vazia, mas dar a melhor versão de mim mesma.