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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Saias de couro elegantes, modestas e baratas? Eu indico onde comprar!

Nesse inverno, saia de couro é tudo, né? Estão na moda e ao mesmo tempo são clássicos atemporais! E as que indico são elegantíssimas. E mais: modestíssimas! 

Nada de ficar triste por só achar saias curtas que não são combinam com a tua dignidade e expõem o teu corpo. As saias de couro mais longas estão com tudo e a preços acessíveis!

Clica naquela que mais gostares e serás direcionado para a loja para compra online supersegura.










segunda-feira, 28 de julho de 2014

Palavras das leitoras sobre o Femina

Sou consciente de que, mais do que conselhos de moda, faço um verdadeiro apostolado, por amor a Deus e procurando resgatar a feminilidade, a elegância e a modéstia, tão atacadas pelo relativismo e pelo feminismo.

Olhem que queridas algumas das mensagens de nossas leitoras que foram enviadas à nossa fanpage:

"Sou fã do Femina porque mostra exemplos fora das passarelas. Passei a comparar com as roupas e acessórios que tenho aproveitando poucas peças de inúmeras maneiras. Consegui manter o conforto que nunca abri mão mas o melhor foi dar o toque de elegância sem perder a modéstia." (Rafaela Campos Mello de Oliveira)

"Uma inspiração de vida e da maneira de se vestir!!!" (Evelise Knr)

"Looks muito bem escolhidos!!! Adoro!!!" (Mimi Gurgel)

"São as melhores dicas que podemos encontrar. Mulher que não quer ser baranga nem periguete, valorizando o que Deus deu, encontra o que precisa no Femina!" (Juliana Teixeira)



"Parabéns Aline por tão maravilhoso e importante apostolado. Amo ver o blog e acompanhar suas publicações. Que Deus abençoe você e sua família!" (Glauciane Teixeira)

"Sua pagina e blog me inspiram muito amada. Essa página é exatamente o q estou buscando. Uma modéstia no vestir atual, elegante. Sem deixar de estar bonita. Modesta Sem parecer desleixada... Perfeito!" (Faby Silva)

"Como sempre, tudo que você posta é lindo e de bom gosto! Ainda não me cansei de apreciar seus álbuns e publicações! Se fosse 'curtir' tudo o que gostei, travava o Facebook." (Maria Cristina Goes Monteiro)

"Encontrei seu blog fazendo uma pesquisa sobre dress code Profissional. Muito bacana, ótimos posts." (Aline Calixto)

"Aline, gosto muio do seu blog, tem sempre roupas muito bonitas, muito elegantes, sem serem espalhafatosas ou vulgares, gosto muito mesmo!Parabéns pelo seu bom gosto!" (Ana Cristina Martins Soares)

"Amo demais esse blog." (Monique Santana)


"Adorei suas dicas!! Parabéns!!!!" (Caroline Sampaio)

"Gostaria de te dar os parabéns pelas fotos que tem enviado sobre modéstia. São maravilhosas, muito bom gosto. Continue divulgando essa nova vida em Cristo." (Daniela Souza)

"É um excelente blog! Inspirador para muitas moças." (Camila Born)


"Elegância com modéstia! Adoro o blog e a página. Obrigada, Aline, pelo tempo investido nesse precioso apostolado." (Maria Thereza Tosta Camillo) 

"Chique! Como eu gosto. Parabéns!" (Egmar Fialho Lucena)

"Vamos combinar que é difícil não gostar do blog, amiga! Eu gosto, acompanho, me inspiro e rezo para que se mantenha cada vez melhor!" (Cristina Cezar Campos)

"Aline, logo quando comecei a pensar deste modo, tive a benção de achar sua página, graças a amigos em comum. Isto é verdadeiramente um apostolado, por isso, as críticas. Vá em frente, confie em Deus, vc está ajudando muitas mulheres. Hoje vi uma foto de uma moça que parece ser boa pessoa, mas usando uma saia que víamos o que não queríamos. Coitada, sem sabedoria, pudor, bom senso e respeito próprio, e acha que está abafando. Mas fala e conhece a Deus, isto é falta de bons exemplos como o seu. Continue!" (Elisângela Monteiro de Albuquerque)

"Gosto muito do Femina. E acho que passei a me vestir melhor depois que comecei a acompanhá-lo. Parabéns a Aline!" (Chirlei Matos)

"Além de linda, nos enfeita, nos encanta!" (Annelizie Heringer Werner Boechat)

"É muito especial seguir o Femina - Modéstia e Elegância! Banho de bom-gosto e alegria! Parabéns, Aline! Você não tem ideia do alcance do que faz, pois é humilde, ou tem, mas aquém da importância total." (Maria Teresa Valente Serman)

"Agradeço, página maravilhosa, bjs em seu coração." (Rosalva Trevizan Rigo)

"Amo sua página porque nos traz estilos lindos, elegantes e fáceis de compor.
Obrigada!" (Cami Pereira)

"Galera, vejam o belo trabalho da Aline Rocha Taddei Brodbeck, criadora do blog e página Femina - Modéstia e Elegância. Essa mulher vem fazendo um belíssimo serviço ao Brasil, no qual a moral da mulher é resgatada; o respeito, a beleza e a dignidade são enfatizados, através de belas roupas." (Eike Ozaki Kawamura)

"Aline, conheci sua página por meio do meu namorado.. ele viu e falou, lembrei de você!
Amo os modelos que você posta, principalmente as saias (tá difícil achar saias, viu!). Obrigada pela página." (Laís Ferrarezi)

"Aline, você é uma inspiração pra muita gente!" (Bethânia Lacerda Andrade Oliveira)

"Seu trabalho é muito bem feito e ajuda a muitas pessoas!" (Janete Campos)

"Eu simplesmente Amei todas as roupas que vi! São lindas! Pena que o mundão segue outro padrão de estilo. Já curti a página! Amei demais! Deus abençoe! Um abraço!" (Luana Pontes)

"Aline, fiquei encantadíssima com o seu blog e esta página! Amei!!!" (Ellyz Muniz)

"Parabéns pela página..sempre com novidades." (Suelly Almeida)

"Aline, parabéns. Seu blog é o mais lindo que já vi. Que bom gosto! Eu amo ver modéstia e elegância. É tudo lindo. Obrigada." (Sueli Santos)

"Amo os looks que são postados aqui!!!" (Tatiane Farias)

"É inspirador!" (Silviane de Maria)

"É a melhor página de moda e modéstia. Ótimas dicas, que ajudam tanto as mulheres já experientes, praticantes e conhecedoras da modéstia quando aquelas que estão começando agora a trilhar esse caminho. Deus abençoe esse apostolado!!! Que ele continue ajudando a muitas mulheres, assim como me ajudou e continua ajudando!" (Kah Magalhães)

"Dicas valiosas de modéstia, ainda mais para as cristãs." (Jéssica Moraes)

"Ótima demais! Sem comentários! Paz e bem! Muito obrigada pelas dicas!" (Ana Paula Cruz Ofs)

"Chiquérrimas, distintas, está de parabéns!" (Kyoko Kusumoto)

"Parabéns pela página, que tenta resgatar o valor e a dignidade da mulher, com excelentes dicas. Na minha opinião, quanto o assunto é modéstia, a Femina se apresenta como a mais equilibrada; confesso que tenho decepcionado com algumas páginas referentes a este assunto... E que Deus abençoe cada vez mais este apostolado!!" (Gardênia Martins)

"Eu ainda não entendo muito sobre apostolados,sou completamente leiga,mas de uma coisa eu sei, que você está plantando boas sementes e que lhe renderão frutos no agora e no porvir. DEUS a ilumine sempre quando sentar para escrever no seu blog." (Stephanita Villanova)

"Adoro o Femina! tem me ajudado bastante e me dado várias ideias para me vestir bem e de maneira modesta. Além das dicas sobre postura, testemunho cristão... sempre de forma equilibrada e sensata. Está de parabéns! Muito obrigada e Deus a abençoe!!" (Carla Brasil)

"AMOOO! Eelente!!!! Continuem!!!! Deus abençoe!" (Socorro Padilha Brandão Vilela) 


"A melhor página de modéstia feminina." (Talita Ezequiel)

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Obrigada a TODAS!

domingo, 25 de maio de 2014

O privilégio de ser mulher - livro da Dra. Alice von Hildebrand, lançamento da Ed. Ecclesiae

Os queridos amigos da Editora Ecclesiae - Cesar, Adelice, Diogo e Silvio - me presentearam com um livro fabuloso: "O privilégio de ser mulher", da Dra. Alice von Hildebrand. Eu já o conhecia de nome faz alguns anos e o estava lendo em inglês, quando, pela gentileza da editora, a versão em português chegou aqui em casa.



Como ando numa fase atribuladíssima, em função da mudança de casa e de cidade, pela transferência do meu marido em seu trabalho, a leitura dessa grande obra da Dra. Alice (embora seja um livro pequeno) está sendo feita aos pouquinhos, antes de deitar. A cada linha eu me maravilho com a sua sabedoria. De fato, Alice von Hildebrand é uma das grandes intelectuais do séc. XX e começo do séc. XXI. Católica fervorosa, filósofa e teóloga, nasceu na Bélgica e é viúva do também católico e intelectual Dietrich von Hildebrand, a quem conheceu quando este dava aulas na Universidade Fordham, em Nova York, EUA, quando lá ela estudava. O casal von Hildebrand é muito admirado pelo Papa Emérito Bento XVI e foi grandemente louvado pelo Papa recentemente canonizado São João Paulo II. Dietrich, aliás, foi um grande opositor do nazismo, denunciando publicamente não só as atrocidades como a fundamentação filosófica do regime de Adolf Hitler, o que lhe valeu o exílio para a França, depois para o Brasil e para os Estados Unidos.

Recomendo que adquiram o livro. Vale muito a pena. Trata da feminilidade com uma profundidade e, ao mesmo tempo, com uma clareza que nunca encontrei em obra alguma. Para a autora, a feminilidade é um dom de Deus, e vê-la sob essa perspectiva cristã aumenta muito os horizontes para nós, interessadas nesse resgate da verdadeira dignidade da mulher. 

Livro, portanto, fundamental para o nosso apostolado e quase obrigatório para as nossas leitoras!

Interessadas? Comprem aqui:



segunda-feira, 14 de abril de 2014

A fórmula do amor. Os segredos de Jane Austen para os relacionamentos

Quero partilhar com vocês um livro que estou lendo e me tocou muitíssimo.




A editora Realejo Livros, que lançou essa obra imprescindível, me presenteou com ele semana passada. 

KANTOR, Elizabeth. A fórmula do amor. Os segredos de Jane Austen para os relacionamentos, Realejo Livros

É possível comprar esse livro maravilhoso no site da Realejo

Além dele, outra editora, a Ecclesiae, me presenteou com mais dois, e em breve vou postar sobre eles também.


O pouco que já li me impressionou vivamente. Uma defesa da boa conduta, da moral, sem cair na hipocrisia, tão em voga no fim do séc. XIX e início do XX, que entende que a pureza é obrigação só das mulheres, e, por outro lado, sem as neuroses de corte puritano que se exacerbaram na sociedade vitoriana. O ambiente dos romances de Jane Austen é protestante reformado e puritano, é inglês, mas ainda conserva aquele frescor de vivacidade mais católica e nada gnóstica - lembram do filme "A festa de Babette?" A honra é um valor nos livros de Jane, e Elizabeth deixa isso bem claro. Mas não é uma honra pela honra, algo mecânico, mas que vem da própria observação das coisas e de um senso de valores muito naturalmente vivido. Como diz Elizabeth, os personagens vivem as virtudes, mas não vão consultar os Dez Mandamentes antes de cada ação a realizar. A religião cristã é algo natural, vivo, e perfeitamente integrado no cotidiano, sem caricaturas, sem artificialismos, sem carolice.

Do mesmo modo, Elizabeth, a partir da ficção de Jane, usa os personagens para dar conselhos muito claros de como uma mulher deve agir para um relacionamento romântico. Não vou antecipar a leitura de vocês com spoilers, mas posso garantir que, embora o livro não seja uma obra religiosa - e nem os romances de Jane são -, a maioria das dicas ali expostas eu já tinha ouvido, com outra roupagem, da boca do diretor espiritual que me acompanhou quando ainda não era casada. E funcionou!

Leiam a magnífica resenha sobre o livro publicada no Diário do Comércio.

E vejam aqui três textos exclusivos da autora, Elizabeth Kandor:

Desacelere suas emoções

Algumas vezes, as heroínas de Jane Austen se apaixonam completamente antes que os homens se comprometam. Todas elas, em um ponto ou outro, encontram-se apaixonadas em um nível e “com alguma dúvida do retorno”. Mas elas nunca dizem isso a um homem, como Audrey Raines fez. E elas também não começam a tentar se certificar de que ele vai se apaixonar também. Se uma heroína de Jane Austen vê um desencontro entre o quão rápido ou quão profundamente ela e um homem no qual ela está interessada estão se apaixonando, ela lida com isso primeiro no ponto onde ela tem controle e onde ela tem direito de ter controle. Ela pensa em administrar suas próprias expectativas em vez de jogar seus sentimentos e desejos para o mundo ou manipular o homem. Em vez de planejar esquemas para acelerá-lo, ela freia.

Nós, mulheres do século XXI, sabemos tudo sobre sexo, um assunto que Jane Austen quase não menciona. É axiomático hoje que, para ser um cavalheiro, e não um idiota, um cara tem que estar disposto a desacelerar sexualmente, a se ritmar para fazer amor – para acomodar a reposta sexual tipicamente mais lenta de uma mulher. Em comparação, não temos noção nenhuma do amor. Jane Austen, que sabia tudo de amor, entendia que uma mulher, muitas vezes, precisa desacelerar suas emoções e esperanças para o futuro, controlar a velocidade com a qual ela está se apaixonando, para poder acomodar a velocidade tipicamente mais lenta do apego emocional masculino. Em Jane Austen, autocontrole dá poder. Não é ser uma mulher reprimida e sem “voz”, que não sabe que pode ir atrás do que quer. As heroínas de Jane Austen sabem exatamente o que querem.

Mas elas sabem que se agarrar a isso não garante o amor.

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No amor, busque a felicidade

Todas as heroínas bem-sucedidas de Jane Austen têm o mesmo obje tivo. No amor, elas buscam a felicidade. É o que elas buscam, no que diz respeito aos homens, e é o que elas desejam para seus amigos.

Soa simples demais, não? Isso não é óbvio? Todo mundo quer ser feliz, certo?
A resposta curta é não.

Ou melhor, claro que nós todos queremos ser felizes. Se a vida nos fi zesse a pergunta dessa forma – escolha um ou outro, felicidade ou tristeza – não teríamos problemas em acertar a resposta. No entanto, Jane Austen se esforça para nos mostrar que as questões importantes da vida não vêm assim. A felicidade não vem servida em um prato bonito.

Não ajuda a pensar, mas é claro que quero ser feliz. A diferença entre o é claro que quero ser feliz e a busca séria pela felicidade é sutil. Mas entendê-la é absolutamente crucial. O vago é claro que quero ser feliz é comum a todos. A busca por uma felicidade racional e permanente é o que diferencia as heroínas de Jane Austen.

Para ajudar a esclarecer a diferença, vamos tomar como exemplo o diálogo a seguir em Orgulho e Preconceito, “Elas podem apenas desejar a felicidade dele, e se ele está ligado a mim, nenhuma outra mulher pode proporcioná-la”, diz Jane Bennet a respeito das irmãs de Bingley. Mas Eli zabeth aponta a falha no argumento de Jane, “sua primeira premissa é falsa. Elas podem desejar muitas outras coisas além da felicidade dele; elas podem desejar o aumento de sua fortuna e posição; elas podem dese jar que ele se case com uma garota que tem toda a importância conferida pelo dinheiro, boas relações, e orgulho”. Se você perguntasse as irmãs de Bingley se elas desejam que ele seja feliz, elas responderiam que sim. Cla ro que sim. Elas nunca o tornariam infeliz apenas para arruiná-lo. Mas a vida não apresenta essa pergunta de forma abstrata. Você não pode esco lher sim ou não, a favor ou contra tudo que é claro que você quer.

Para chegar ao amor feliz, você deve achar o caminho em uma flo resta de desejos conflitantes. No processo, é fácil que um objetivo do tipo “mas é claro que eu quero isso” seja deixado de lado por causa de coisas completamente diferentes nas quais você vem realmente depositando seu tempo e energia. É apenas em retrospecto que você vê quando deixou passar algo que realmente queria.

Quantas de nós querem perder peso? Claro que queremos. Mas não podemos escolher gorda versus magra de forma abstrata. Precisamos nos concentrar em sermos magras e a manter o foco em meio a um mundo de refrigerantes de meio litro e potes de sorvete gigantescos.

Da mesma forma, se você perguntar a qualquer mulher, “você quer ser feliz?”, ela vai responder que sim. Mas essa é uma resposta para a per gunta isolada, que nunca é a forma que virá no meio das complexidades da vida real (ou a coisa mais perto disso, um romance de Jane Austen). A pergunta verdadeira não é “você quer ser feliz?”, é “o que você quer?”. Em outras palavras, qual é o objetivo – dentre os vários focos conflitantes que você adotaria se lhe fossem servidos em um prato com acompanhamento ao lado – que você está buscando de fato? (Com sua energia e tempo limitados e toda a capacidade que você possui). Quando você visualiza o que quer do amor, qual é a imagem que aparece? Você realmente está esperando um final feliz para sempre?

Para nos inspirar, Jane Austen nos mostra heroínas que encontram o caminho para a felicidade. Mas, para nos alertar, ela também nos mostra mulheres que não conseguem. Elas não falham porque estão procurando o amor nos lugares errados, mas porque elas estão procurando por outras coisas quando deviam estar buscando a felicidade no amor.

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Por que os relacionamentos são mais difíceis para nós?

De forma paradoxal, Jane Austen achava mais fácil manejar exatamente o tipo de relacionamento que parece mais difícil para nós. Ela considera alcançar a “independência” quando uma mulher sai da casa dos pais – ou de seu trabalho como governanta-acompanhante, como a Sra. Weston faz no início de Emma – para se casar.

Para Jane Austen, um homem e uma mulher apaixonados um pelo outro são as duas pessoas no mundo que mais chegam perto de se sentirem confortáveis ao preencher exatamente o mesmo espaço ao mesmo tempo. Homens e mulheres são tão diferentes um do outro que eles se complementam naturalmente, assim como competem um com o outro. E claro que a divisão de trabalho entre os sexos era mais rígida naquela época.

Essas diferenças – a complementaridade e a possibilidade de uma espécie de harmonia natural entre homens e mulheres – tornam lógica a ideia de que, ainda que seja “dependência” dividir uma casa e uma renda com seus pais ou seus empregadores, é “independência” dividi-las com um marido. Além disso, nesse caso, existe a excitação do começo do amor (e no sexo) para ajudar a suavizar as dificuldades.

Então, por que os “relacionamentos” parecem muito mais difíceis hoje do que os relacionamentos em geral – amizades e por aí vai? Não acredito que seja apenas porque em vez de confiar na tradicional divisão de tarefas pelo sexo, temos de negociar quem lava as louças e quem faz as contas. É que, hoje em dia, um relacionamento romântico é praticamente o único relacionamento realmente íntimo que muitos de nós tentamos depois de adultos – “íntimo” no sentido prático que estamos dividindo espaço, dinheiro e decisões sobre qualquer coisa mais importante do que o almoço.

Procuramos nossos amigos para ter conforto em relação às partes da nossa vida nas quais temos que “trabalhar” – nossos trabalhos e nossos relacionamentos com homens. Os amigos estão lá quando saímos do tumulto da vida e paramos no acostamento, quando fazemos a análise no fim do jogo. Dividimos nossos pensamentos e sentimentos com eles, ou, talvez, com nossa mãe ou irmã. No entanto, depois que saímos da faculdade e daqueles pequenos apartamentos que dividíamos na época do primeiro emprego, com frequência, deixamos de dividir nossa vida com outras pessoas além de um homem. O que significa que estamos tentando administrar nosso relacionamento sem o tipo de prática em relacionamentos em geral que as heroínas de Jane Austen têm.

Não esqueçam! Entrem no site da Realejo e comprem esse livro! É uma obra muito importante para os dias de hoje no que toca à formação feminina.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Comprimentos de saia

Olá... Estou aqui de novo para dar algumas dicas sobre o comprimento das saias para mantermos não só a elegância como, principalmente, a modéstia. 

O Apóstolo São Paulo ensina, na Palavra de Deus:

"Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis?" (1 Co 6,19)

Temos, por isso, que prestar atenção na mensagem de nossas roupas, naquilo que nosso corpo veste, para melhor glorificar a Deus com isso. Até porque tudo que fazemos deve ser motivo de dar glória ao Senhor: "Portanto, quer comais quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus." (1 Co 10,31)

Dito isso, vamos a uma imagem que ilustra bem os tipos de saia conforme o comprimento:



Não existe um "dress code" cristão descrito em documentos infalíveis. Mas, conhecendo a psicologia masculina, como ela reage diante da sensualidade feminina, e sabendo dos princípios morais que nos ensinam que o corpo deve ser velado, protegido, para não mostrarmos as partes que podem ferir a castidade e ofender a Deus.




Nesse sentido, a saia curta e a saia mini (ou minissaia) devem ser descartadas por qualquer mulher, mesmo não cristã, que reconheça sua própria dignidade e não queira passar por aí uma mensagem equivocada. Evidentemente, se isso se aplica às saias curtas e mini, muito mais à saia micro (ou microssaia), que eu nem chamo de saia, mas, jocosamente, de "cinto" um pouco mais largo.

Uma única observação que faço é que, dependendo do corpo da pessoa que usa, do ambiente, da situação, do estilo da saia, a curta talvez possa ser usada modestamente com uma legging por baixo. Evidentemente, é um recurso um tanto fashionista demais para o meu gosto e que, a princípio, apesar de poder ser modesta, corre grandes riscos de não ser elegante, e só cairia bem naquelas mais estilosas e modernas.

Os comprimentos aceitáveis, de acordo com o bom senso, para uma saia que preserve a dignidade da mulher são, de acordo com a imagem acima, as de tamanho padrão, as na altura do joelho, as midi, as na altura da canela, as na altura do tornozelo, e as longas ou maxi

Essas nomenclaturas não são tão rigorosas. Muita gente - inclusive eu - considera que as midi e as na altura da canela formam um só tipo de comprimento de saia: chamada justamente de saia midi, englobando aquelas que, na figura acima, são descritas como midi até aquelas que começam na altura da canela. De igual forma, a partir da altura da canela até a altura do tornozelo, alguns - novamente, inclusive eu - chamam de saia longa, diferenciando-se da maxi que é aquela última que vai até os pés.

Não importa tanto a nomenclatura agora. Importa saber que da saia padrão até a maxi estamos lidando com comprimentos que não violam a pureza feminina. As saias que vão da na altura do joelho até a maxi são sempre seguras - evidentemente, tratando-se de uma modelagem que não cole tanto no corpo a ponto de revelar, imprudentemente, todas as formas, e de um tecido que seja decente. 

Já a saia padrão, que fica um pouco acima do joelho requer algum cuidado. 

a) Se a pessoa é magra, ou mesmo que tenha o corpo malhado, definido, não tem as pernas excessivamente torneadas, dá para usar. 

b) Caso as pernas sejam um pouco mais grossas, mais detalhadas na sua definição, convém usá-la com uma meia-calça que não seja tão fina e evitando saltos muito altos - porque ele torneia ainda mais a panturrilha e também dá a impressão de "pernas de fora". Uma rasteira, um scarpin de salto baixo, serão melhores.

c) Já para quem tem realmente perna grossa, é melhor evitar. A peça não é, de si, imodesta, mas parece não ser tão conveniente para quem tem esse tipo de corpo. Novamente, São Paulo: "Tudo me é permitido, mas nem tudo convém." (1 Co 6,12)

Aqui algumas fotos minhas usando saia nesses comprimentos.





















Que saibamos unir a modéstia à elegância. Tantos versículos já coloquei acima sobre o recato nas roupas. Mas na Sagrada Escritura também encontramos exemplos de mulheres elegantes.

A Bíblia fala da mulher virtuosa na famosa passagem de Provérbios 31. Ela tem graça e sabedoria, é laboriosa, seu marido é honrado nela, seus filhos a louvam, é caridosa e forte, sabe que se a beleza é vã, deve cultivar a inteligência e dar amáveis instruções. Pois bem, essa mesma mulher virtuosa de Provérbios se veste bem, é elegantíssima: "suas vestes são de linho fino e de púrpura." (Pv 31,22)

Querendo mais dicas sobre o uso da saia, exemplos concretos com fotos e explicações, cliquem no marcador "saias" aqui no blog.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Nem tão ao céu, nem tão à terra

Vou me dar ao trabalho de algo que deveria ter feito há muito tempo. Não o fiz antes porque,    apesar de acharem que fico na frente de uma antiga penteadeira alisando as madeixas e usando a fita métrica para organizar meu coque, eu estava gestando uma vidinha que Nosso Senhor me mandou de presente e limpando crianças encatarradas no meio da madrugada. Sim, eu limpo isso e coisas piores, que fariam muito nerd católico surtar, dar pitís e ter desmaios consecutivos. Não tenho que me justificar de nada, devo conta da minha vida a Cristo e minha família, apenas. Mas sinto que meu apostolado está sendo usado como escárnio e esculachado, desviando do seu real sentido.

Nunca me pretendi doutora de nada, não entendo de moda, não sou fashionista, não conheço todos os autores sobre modéstia ou elegância do mundo, não sou especialista em literatura alguma, nem em Dostoiévsky nem na Coleção Vaga-Lume. Sou uma despretensiosa blogueira com um objetivo, um chamado a tratar sobre um tema, que até então, na época em que iniciei meu apostolado, era um terreno vazio.




Evidente que procuro me especializar, mas não me declaro por aí doutora em moda e modéstia. O que sei é que busco modelos, inspirações e a partir daí trabalho. Meu principal modelo é Nossa Senhora, sem sombra de dúvidas, entretanto busco modelos reais e contemporâneos também, mulheres de carne e osso que vivem na atualidade. Pecadoras? Sim, e com muitos pecados, assim como eu. 

Não me declaro santa, nem me comparo a Nossa Senhora - longe de mim. Entretanto, sei que não é a roupa que faz o monge, o que não descarta a necessidade de algumas limitações.

Mas um modelo é um modelo, busca-se segui-lo para ser melhor como pessoa, ser humano e cristão. A mulher deve busca a beleza, imitar gestos e procurar regras de etiqueta pode parecer afetação, mas serve para algumas que se tornaram - ou têm a tentação de ser -  tão abrutalhadas por este mundo masculinizante e vulgar de hoje.

Talvez eu tenha que ser mais clara em meus artigos, talvez seja este meu erro. Escrevo, entretanto, não para feministas travestidas de católicas. Escrevo para mulheres católicas, cristãs ou bem intencionadas que buscam formação, e formação completa. Não adianta eu me achar modesta e cultíssima e me maquiar com uma sombra verde horrorosa de qualquer jeito, achando que arraso e não preciso me formar nesse aspecto, apenas culturalmente, pois já me acho entendida de moda e maquiagem - já que minha mãe me elogia em casa.

Pode parecer duro, mas dói ver como a pretensão humana não tem limites. Eu desejo me formar em todos os aspectos, acredito que nada sei e estou sempre buscando formação e modelos para me inspirar. Penso que as seguidoras do blog são iguais e desejam se polir de tal forma que se tornem mulheres adoráveis.

Sim, algumas de pérolas, algumas de colar de resina, mas o que importa é que desejam também se tornar mulheres tão belas, arrumadas que transpareçam através de si a Cristo e Nossa Senhora.

O que falta para algumas mentes perceberem é que há justo termo e bom senso e isso nenhuma regra ou fita métrica pode medir. Tem que passar antes pela formação do ser humano. A elegância que prego é a que vem de dentro. O exterior só deve ser um símbolo, um sinal, porque a roupa, sim, passa uma mensagem. Daí a dificuldade do meu apostolado. É fazer com que as pessoas entendam que para cada pessoa há uma dosagem de remédio diferente.

Antes de sair por aí, a pessoa tem que colocar uma roupa, se olhar no espelho e ver se não vai revelar demais daquilo que lhe foi dado como seu templo sagrado -  e que deverá ser revelado ao seu marido apenas. Depois ver se aquele vestuário não vai tentar aos outros, provocando o pecado alheio. Enfim, ver se a roupa é bela ,é agradável aos olhos próprios e dos outros.

O exterior deve ser o reflexo do interior, já o disse. Uma pessoa com uma vida de oração, apostolado e vivência da fé cristã, é alegre, feliz e deve transmitir isso para todos.

Bem vestida, sim, maquiada, sim, unhas pintadas sim, usando produtos de higiene e beleza, sim!

Mesmo a moça mais desprovida de dotes naturais transmitirá beleza e modéstia.

Agora, se a pessoa não acha isso necessário, pode continuar a usar capa de bujão de gás como se bela vestimenta fosse, pois só atrairia olhares se nascesse com a beleza natural de uma artista de Hollywood. O que, infelizmente, na vida real não acontece.

O que é o triste disso tudo é que não me conhecem e atacam meu lado pessoal, até minha honra.

Em nome de meu marido que não tem que ouvir certos insultos de bocas podres eu escrevo. Sou uma mãe de família, ocupada demais com seus afazeres e na difícil tarefa de tentar tornar meus filhos santos.

Para tanto não pretendo mais me justificar. Sigo meu apostolado e rezarei para que essas pessoas que têm veneno na boca ou para aquelas que são bem intencionadas, mas não conseguiram entender e nem chegar ao alcance do que pretendo, consigam compreender a mensagem de meus artigos e apostolados.  No mais não perderei tempo nem me desgastarei com o que não tem valor nem interessa.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Moda para senhoras

Tenho me assustado ao ver pessoas totalmente fora do contexto de sua idade. Além de parecerem ridículas o efeito é exatamente oposto parecem mais envelhecidas do que são. Abaixo posto fotos de mulheres maduras e elegantes. Não precisa colocar um vestido preto com um coquinho nos cabelos e usar somente estes para sempre. Abaixo vai alguns exemplos de mulheres de idade respeitosa lindas e elegantes.

Encabeço a lista com a sempre linda Carolina Herrera:

Saias, sempre lindas e femininas.

Jóias na medida para não ficar muito "Hebe".


Cuidado para não ficar Vera Fischer e muito menos Suzana Vieira. O clássico e o bom senso nunca erram.


Outras belas:

Nada de roupas curtas, justas, decotadas, detalhes infantilizados e adolescente.

Acessórios, na medida certa são muito bem vindos.

Pode, sim, ser moderna sem ser esquisita.

O cabelo de preferência curtos ou semilongos, as cores mais claras rejuvenescem, totalmente grisalhos e bem curtinhos é muito moderno, mas para quem tem estilo e rosto para isso, rosto oval, quadrado, e traços delicados.

Maquiagem, dê preferência a cores suaves , evite o uso de delineador e rímel escuro (tem que se ter muito estilo), e esmaltes com cores mais comportadas também.

Deve-se usar clássicos sem ficar parecida com um objeto de museu, aliás, nessa idade para a mulher que é sábia e madura, a pedida é justamente padronagem, cortes, texturas e acessórios clássicos. Ex: os tradicionais taillers Chanel , pérolas, blusas de trico, estampas de bolinhas - poá - , listras. geométricos e florais delicados, cuidado com os desenhos e estampas para não engordar. Gordinhas, evitem. 

Mas nunca perder o que há de mais belo no rosto de qualquer mulher de qualquer idade: O sorriso!

Obs: Alguns trechos deste texto foram retirados de vários sites e blogs, se alguma das frases ou parágrafos for de algum autor em específico, favor identificar-se para dar os créditos necessários.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

A morte da formosura

Do blog In Mulieribus, compartilho:



Este post é uma espécie de lamento, por um aspecto da nossa cultura que está a morrer, e que poderá nunca mais ressurgir. É a formosura. A formosura está a morrer. Há muitas definições de formosura. Por mim, defino-a, aqui e agora, como uma combinação equilibrada, e mutuamente enriquecedora, de beleza e inocência. Noutros tempos, as mulheres gostavam de projetar uma imagem de inocência. Não pretendo com isto idealizar o passado, nem, sendo a concupiscência o que é, tenho quaisquer ilusões acerca das virtudes dos nossos avós. Mas, noutros tempos, as coisas eram diferentes. Em primeiro lugar, quase todas as mulheres bonitas gostavam de projetar em público – independentemente dos seus estados de alma – uma imagem de inocência e de virtude. E é essa combinação de beleza e inocência que define a formosura. De uma maneira geral, e por natureza, esta combinação traz à superfície as melhores qualidades dos homens, mais ainda, o melhor que há neles. Esta combinação de beleza e inocência, a formosura, suscita nos homens o desejo de a defender e a proteger. As jovens de hoje não parecem aspirar à formosura, preferindo ser picantes. Ora, ser picante é uma coisa completamente diferente. E, quando as mulheres preferem ser picantes a ser formosas, é porque se veem com determinados olhos; consequentemente, os homens também olham para elas doutra maneira. Como já observei, a formosura traz à superfície os mais nobres instintos masculinos, que são proteger e defender. A formosura é apreciada. Já o picante é um produto, cujo valor é temporário e destinado a ser usado. É um bem de consumo. Não há domínio em que este déficit de formosura seja tão manifesto como no das «estrelas», aquelas pessoas que elevamos ao nível do «ideal». As estrelas dos anos 50 cometiam indubitavelmente os mesmos pecados que as estrelas nossas contemporâneas; as estrelas dos anos 50 não eram ideais, mas visavam um ideal público diferente do dos nossos dias. Não é nada difícil perceber as vantagens do picante relativamente ao formoso – e nem era preciso terem feito um musical a explicá-las, mas até fizeram. Ninguém pode esquecer a formosura de Olivia Newton John no começo de Brilhantina. Olivia era bela e inocente. Mas o desejo de ser desejada fá-la repudiar o que nela tinha valor, na vã expectativa de captar as atenções de um rapaz. Pelo caminho, destrói a sua inocência e destrói a formosura. Fica apenas o picante. E o picante é um bem de consumo, que consome enquanto é consumido, mas que não aquece por dentro. Em geral, as raparigas já não querem ser formosas (quando percebem o que isso quer dizer). É uma ironia que 40 anos de emancipação feminina apenas tenham conseguido transformar as mulheres num bem de consumo, numa coisa que se usa e se deita fora. Naturalmente que os homens também desempenharam um papel neste processo, mas as mulheres deviam ser mais cautelosas, como aliás sempre foram. Antigamente, as raparigas distinguiam o tipo de mulheres com quem os homens saem do tipo de mulheres com quem se casam; hoje em dia, já não fazem essa distinção. Mas a verdade é que, na sua maioria, os homens preferem a formosura ao picante. Eu ainda andava no 6º ano, e já detestava a Olivia Newton John «picante», e tinha pena que ela tivesse tido de se degradar daquela maneira. E ainda tenho. O nosso problema é que a sociedade deixou de dar valor à inocência, real ou imaginada. Já ninguém aspira a ser inocente. As raparigas já não querem ser tidas por inocentes, por boas meninas; não querem ser formosas, querem ser picantes. Mas eu ainda tenho a esperança de que a formosura volte a estar na moda, embora me pareça que não será para breve: por cada Taylor Swift, há hoje uma centena de Megan Fox, Lindsay Lohan, Miley Cyrus, etc.