sexta-feira, 11 de abril de 2014
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Comprimentos de saia
Dito isso, vamos a uma imagem que ilustra bem os tipos de saia conforme o comprimento:
Não existe um "dress code" cristão descrito em documentos infalíveis. Mas, conhecendo a psicologia masculina, como ela reage diante da sensualidade feminina, e sabendo dos princípios morais que nos ensinam que o corpo deve ser velado, protegido, para não mostrarmos as partes que podem ferir a castidade e ofender a Deus.
Que saibamos unir a modéstia à elegância. Tantos versículos já coloquei acima sobre o recato nas roupas. Mas na Sagrada Escritura também encontramos exemplos de mulheres elegantes.
A Bíblia fala da mulher virtuosa na famosa passagem de Provérbios 31. Ela tem graça e sabedoria, é laboriosa, seu marido é honrado nela, seus filhos a louvam, é caridosa e forte, sabe que se a beleza é vã, deve cultivar a inteligência e dar amáveis instruções. Pois bem, essa mesma mulher virtuosa de Provérbios se veste bem, é elegantíssima: "suas vestes são de linho fino e de púrpura." (Pv 31,22)
Querendo mais dicas sobre o uso da saia, exemplos concretos com fotos e explicações, cliquem no marcador "saias" aqui no blog.
sexta-feira, 21 de março de 2014
Hangout no Programa Modéstia e Pudor agora também no Canal Femina do Youtube
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Gambás e alcatras
sexta-feira, 22 de junho de 2012
20 maneiras para as moças reivindicarem o respeito que merecem
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Salto e padrões
terça-feira, 17 de abril de 2012
As meninas e a formação
Do site quase homônimo, Feminina On Line, que é muito bom e é mantido por uma cristã luterana, a qual comenta aqui de vez em quando, trago um belo texto:
" As prostitutas da década de 50, se vestiam com mais decência do que muitas de nossas filhas hoje"
Essa frase não é minha, ainda não confirmei bem a referência dela. Ela é uma frase dura, ríspida, você pode questionar algo referente a contextos distintos, mas no fundo ela nos leva a pensar, trás uma verdade amarga e nos faz refletir. Estamos indo de mal a pior no que se refere a educação básica das meninas adolescentes brasileiras. Estou falando aqui de todas as meninas, estou falando aqui da sua irmã, da sua filha, que você joga dentro da igreja no domingo de manhã, e o resto da semana não tem a menor idéia do que esta se passando nas suas relações, nos seus sentimentos, nas influências que ela vem recebendo.
Eu sou muito observadora, e cada vez mais tenho visto meninas de 11/12 anos envolvidas em um aprendizado de como prostituir-se, de como vender seu corpo para conseguir benefícios! São as meninas que mostram seu corpo para conseguir a atenção do coleguinha, são as meninas que dançam de forma sensual, que aprendem que dependendo da forma como se comportarem conseguiriam a atenção dos garotos. São as meninas que se orgulham de mostrar que os homens são todos iguais, que mandam e desmandam nos meninos. Isso esta tão forte que muitas meninas jamais encostaram em um garoto, mas dizem publicamente que o fizeram, divulgando frases do tipo: não me valorizou perdeu, babaca a fila andou, etc.. Porque elas tem que assumir esse papel de "mulher", elas tem que seguir esse padrão, seu valor esta relacionado a isso. Padrão esse que muitas vezes os pais não percebem, não conseguem ver o que esta por trás do batom forte, do óculos da atriz da novela, da música com mensagens sensuais, do vestido extremamente justo e curto. Muitos ainda acham bonitinho, ela só quer fingir que é de tal forma... Não podemos ser coniventes com essa situação.
O meio em que as meninas adolescentes vivem pode ser muito cruel: a pressão das colegas, a ausência do referencial paterno e materno, as mudanças no corpo, os hormônios, na mente a necessidade de assumir um lugar. Muitas meninas são filhas extremamente responsáveis, comportadas dentro do ambiente familiar, mas na escola, nas ruas o comportamento muda completamente e dá lugar a uma "mulher", uma imagem de mulher totalmente nojenta e perdida. Não ache que isso é normal, que é só um comportamento infantil, fique atento(a). Você como responsável por uma menina adolescente deve orientar, deve ser firme e amoroso(a). E espero que você comece a fazer isso desde o nascimento, porque se você deixar para dar atenção, formação para essas meninas só quando elas já estiverem na adolescência, pode ser tudo mais complicado, muito mais complicado.
Não basta para dar uma formação digna, cristã para as meninas, jogá-las na igreja domingo de manhã, jogá-la nos 20 min de escola dominical. É importante sim o vivenciar e participar do culto/missa (já que descobri que tenho leitores católicos e fiquei bem feliz com isso), é imprescindível participar dos minutos de partilha e formação comunitária, mas a grande parte da formação dessas meninas vai se dar na "Igreja Doméstica", vai se dar na vivencia cotidiana em família, vai se dar na experiencia de relacionamento familiar alicerçado na Palavra de Deus, e isso é exercício diário, a todo momento, é no seio familiar alicerçado Nessa Palavra que se dá a formação das crianças.
É lógico que temos configurações diversas de famílias. Temos famílias sem a presença materna, famílias sem a presença paterna, famílias onde o papel de pai e mãe é vivenciado por uma avó, por uma tia, e essas famílias devem ser acolhidas pela igreja, para propiciar a melhor formação possível para as crianças e adolescentes, e a melhor formação é cristã. Você pode me dizer que uma pessoa não precisa ser cristã para cuidar bem das crianças sob sua responsabilidade, e eu concordo com você que independente da religião qualquer pessoa pode ser um bom cidadão, pode ser um bom amigo, pode ser um bom profissional e tentar dar o melhor para os seus filhos, mas se ela não for cristã, e não permitir uma formação cristã para seus filhos, ela não vai estar propiciando o melhor para sua família, não vai estar apresentando o maior tesouro. Ela pode ser a pessoa mais atenciosa do mundo, pode fazer as maiores obras de caridade, mas isso não salva ninguém, não salva ela e nem a sua família. Sem Cristo não há salvação, há condenação.
MÃE E PAI! E aqui eu me incluo, porque mesmo ainda não tendo filhos, como garota eu tenho um zelo maternal por uma série de pessoas. Fiquemos atentos a nossas meninas! Não ache normal sua filha, sua irmã de 12/13 anos usar um vestido justo vermelho que mal cobre seu bumbum e um salto altíssimo. Não ache normal ela sair por ai tirando fotos de minissaia, com a mão no joelho, mostrando as suas "curvas", virada pra parede mostrando o bumbum, não ache normal as fotos com pernas a mostra numa cama fazendo biquinho, não ache normal as frases com cunho sexual, com comentários sobre experiencias sexuais. Mesmo que você tenha certeza absoluta que sua filha não esta fazendo nada "errado" longe dos seus olhos, que isso é só uma fantasia de adolescente, essas atitudes mostram que a visão de feminino dela esta completamente equivocada, que o ideal de "ser mulher" dela esta equivocado, e isso é muito perigoso.
A internet esta ai, e essas mesmas meninas estão expostas em perfils, pois bem, fique atento. E se você perceber essas atitudes, não adianta você surtar completamente de uma hora pra outra, mantenha a calma, ore, e converse com essa menina, oriente com firmeza, com pulso firme, mas com amor também.
Apesar de alguns contextos serem mais propícios que outros, é SEMPRE hora de recomeçar, é sempre hora de fazer diferente, é sempre hora para a mudança. NÃO desista das suas meninas, NÃO PODEMOS desistir das pessoas, não faça isso.
Eduque suas meninas! Proteja elas e as prepare para encarem a vida, prepare para que ela possa tomar boas decisões quando for a hora certa.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Do pedestal ao açougue
Artigo do Carlos Ramalhete, publicado ontem na Gazeta do Povo:
Costumo dizer que o feminismo tirou a mulher do pedestal para colocá-la no açougue. Nesta semana, infelizmente, pude perceber os dois lados da mesma triste moeda da negação da dignidade feminina.
Um adolescente me contou, chocado, de uma festa em que as mocinhas adolescentes dançaram na boquinha da garrafa e os rapazes se embebedaram para, confessadamente, terem coragem de agarrá-las à força.
No mesmo dia, eu li um texto pregando uma forma puritana e exagerada de pudor, que recomenda que as moças andem enroladas em panos rijos, como nas prescrições dos mais loucos fundamentalistas islâmicos.
Ambas as visões partem do pressuposto de que as mulheres não têm dignidade alguma. Para os primeiros, elas são frutas que rebolam para mostrar que estão maduras e prontas para colher. Para os segundos é a mesma coisa, o que os leva à recomendação de reduzir a visibilidade da sua condição feminina.
Ora, a dignidade feminina existe e a mulher deve ser respeitada, inclusive por ela mesma. Uma mulher em situação degradante choca mais que um homem na mesma situação, justamente por ser a dignidade da mulher maior que a do homem.
Quando uma moça se apresenta como mero objeto sexual, a ser agarrado a laço ou tendo que se esconder atrás de panos rijos e informes para não o ser, ela está atentando contra a dignidade de todas as mulheres. E o homem que partilha dessa percepção da mulher como coisa ou bem de consumo atenta não só contra a dignidade feminina, mas também contra a sua própria masculinidade, que deveria ser expressa como cavalheirismo.
O corpo da mulher atrai o homem; se não fosse assim, nenhum de nós teria nascido. Mas essa atração serve para que ambos se unam e, juntos, criem seus filhos. Filhos não são criados por peças de carne, sim por pessoas. Quando se nega, na prática, que a mulher seja uma pessoa, nega-se o próprio sentido da beleza dela. É o equivalente sexual da anorexia, do comer e vomitar para não aproveitar a nutrição e reconhecer na comida apenas o seu cheiro e sabor.
Entre o armário com shortinhos que mais parecem pochetes e o outro com fronhas gigantes para esconder que ali está uma mulher, deve haver um em que a moça pode se vestir de moça, em que a sua feminilidade será celebrada tanto na beleza quanto na dignidade, em que ela não será vista como bem de consumo, sim como pessoa digna de amor e de respeito.
A nós, homens, compete amá-las e respeitá-las como se elas já houvessem encontrado esse armário, sempre. Como as pessoas – não frutas – que elas são.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Discretas, mas não “sem graça”
O texto abaixo, com as fotos, tirado de um blog de moda e estilo, é interessante. Antes, porém, duas observações:
1. É triste que nele se fale da modéstia das evangélicas e das judias, como se as católicas não procurassem essa virtude, como se as católicas pudessem se vestir de qualquer jeito, não atentassem ao pudor. É velha generalização que parece indicar que católico é qualquer um, mesmo que não viva sua fé, não se comporte como tal, não desse importância a, por exemplo, se vestir sem desagradar a Deus.
Isso, por um lado, é preciso constatar, tem origem no descuido que muitas moças e senhoras católicas têm, nos últimos anos, para com suas roupas. Realmente, a maioria não está se vestindo com pudor, como convém a uma católica. Todavia, não acho que por conta do erro de várias, o blog deva ignorar que católicas buscam, sim, a modéstia no vestir, como se só evangélicas e judias é que “se ligassem” no vestuário recatado.
Não custa lembrar que também as mórmons possuem um cuidado especial nessa seara, no que foi ignorado pelo blog.
2. Por outro lado, talvez seja positivo em um sentido mais profundo. Embora católicas devam, sim, cuidar do modo como se vestem, devam, sim, atentar ao pudor, ao recato, à modéstia, devam, sim, vestir-se sem desagradar a Deus, devam, sim, evitar a moda mundana, elas não seguem um “padrão rígido”, uma “lista do que pode e do que não-pode”. A moral evangélica, na maioria dos casos, é puritana (no sentido moderno e que extrapola o próprio puritanismo dos primeiros calvinistas) ou, em algumas igrejas, feita por “usos e costumes”.
Católicas deveriam buscar a modéstia – e nosso blog tem isso como um de seus objetivos –, mas sem aquela “neura” por medir centímetros ou procurar SEMPRE enquadrar uma determinada roupa no rol das peças proibidas. Claro, algumas vestes são absolutamente inadequadas, pela impossibilidade de adaptá-las a um modo mais recatado, ou por não ficar modesta em nenhum tipo de corpo. Em geral, porém, a católica bem formada sabe que, ao mesmo tempo, deve ocupar-se da virtude do pudor e do recato, e igualmente raciocinar por princípios e não por “listas”.
De qualquer forma, o texto não mostra as evangélicas e judias como seguidoras de listas, nem apresenta uma moral puritana, no que podemos insistir no ponto 1, acima. Fala-se, logo na primeira frase, que evangélicas e judias prestam mais atenção em formas, decotes e comprimentos.
Ora, se é verdade que não há um “padrão católico”, um “catholic dress code”, é também verdade, por outro lado, que as católicas, como as evangélicas e judias, prestam também atenção em formas, decotes e comprimentos! Não para analisar os milímetros, não para condenar todo e qualquer tipo de decote, mas prestam atenção, sim, e o texto erra ao não incluir essas mulheres, ignorando-as como se só judias e protestantes buscassem a modéstia.
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DISCRETAS MAS NÃO ‘SEM GRAÇA’
publicado por: Fernanda
Se judias e evangélicas prestam mais atenção à formas, decotes e comprimentos, então todos os outros ‘elementos de design’ do look passam a ser compensatórios (pro bem). Quem usa saias mais longuinhas e blusas mais fechadas devia ser o-bri-ga-da a fazer todo dia uma coordenação incrível de cores, coloridas ou mesmo entre neutras. E assim imprimir personalidade no look, tipo cores mais femininas num dia, cores mais criativas no outro, mais elegante no trabalho, mais ousadas numa festinha. Estampas e texturas diferentes também contam como interessância em cada visual que compõem. E variedade de modelos e caimentos, né, meninas – que ninguém precisa ter só um tipo de saia nem só um tipo de parte de cima. Vale saia tipo A, tipo tulipa, mais retinha, tipo sarongue, tipo envelope, com bolsos, com barras trabalhadas e vale também coordenar mangas em tamanhos diferentes, decotes diferentes e mais.
Vale prestar atenção nas proporções: saia mais longa pede blusa mais curta – boas medidas são o meio dos joelhos (pra barras de saias) e o ossinho do quadril (pra barras de blusas). E se a barra da saia sobe, a barra da blusa pode descer um pouquinho! A terceira peça, nos looks das moças de igrejas e sinagogas, devia também ser obrigatória: a modelagem mais justa ou mais soltinha depende da modelagem das outras peças – vestidinho mais solto com cardigan mais justinho, saia mais reta com jaquetinha mais solta (tipo isso). E terceira peça meio transparentinha é a melhor amiga dos visuais interessantes no calor! Atenção especial pros sapatos: quanto mais abertos, mais alongadores de pernas. Sapatos com gáspea alta ou mais fechados, cobrindo mais os pés, ajudam mais se a barra das saias estiver acima do joelho ou se combinados com meias (sem contraste entre cores de meia e sapatos).
Então anota: cores e formas são muito muito “manipuláveis” a nosso favor (eu também to na igreja quase todo dia!). E acessórios, né: colar brinco anel broche tiara conta mais pontos num visual que repete menos formas que os outros, vale dar atenção especial a esses complementos. Cabelo e make também contam muito!!! Diz que poetas se impõem métricas e rimas como desafio, pra se superar em criatividade – desse mesmo jeito as restrições do vestir de quem segue doutrinas específicas também pode funcionar como fator de estímulo e de originalidade…!
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Sentido e leis do pudor. Ou “Pudor no vestir,você o tem?”
O sentido do pudor
Se o corpo é expressão da alma, a educação do corpo levará a apresentá-lo como manifestação adequada do ser espiritual da pessoa. A intimidade pessoal tem também um reflexo na intimidade corporal. (…) O pudor é o aspecto da educação que nos leva a apresentar-nos, sempre como pessoas com alma e corpo. É a defesa do aspecto pessoal do corpo, é evitar que apareça como simples objeto sexual. Uma vez que essa experiência do corpo como simples objecto apetitoso está dentro das possibilidades normais de qualquer pessoa, quando nos apresentamos junto dos outros procuramos evitar-lhes que caiam numa consideração meramente animal do nosso próprio corpo. E assim evitamos ser considerados como animais. Porque o nosso corpo é parte da nossa pessoa.
O pudor consiste em apresentar o caráter pessoal do corpo. O impudor consiste em apresentar-se como objeto sexual, em destacar o estritamente sexual, de maneira que chame a atenção do outro de maneira imediata.
As leis do pudor
Para saber o que é o pudor e o impudor no homem e na mulher, cada um deles deve ter em conta a diferença natural de percepção do outro. O homem reage naturalmente, de modo automático, perante os valores meramente carnais do sexo feminino, enquanto que a mulher não sente habitualmente essa mesma atração imediata perante o corpo do homem.
Por outro lado, o que é pudico ou impudico depende da situação em que nos encontramos e da função que tem que cumprir o vestuário.
Não é o mesmo estar a tomar banho que estar numa festa. O que é perfeitamente apresentável como fato de banho, é totalmente inadequado como fato de festa. Aparecer numa festa de sociedade em fato de banho, é apresentar-se de modo impudico, destacar o estritamente sexual. E assim o sentirão todos os presentes.
O pudor não se pode reduzir, portanto, a centímetros de roupa. Depende de um conjunto de fatores que influem na percepção que os outros têm de nós. Depende das diversas situações e da função do vestuário e depende também dos costumes no modo de vestir.
Se, numa sociedade em que todas as mulheres andassem com as saias até ao tornozelo, uma se apresentasse com a saia a meio da perna, chamaria a atenção. E a atenção recairia sobre aspectos significativamente sexuais.
Por outro lado, as mesmas mulheres que andavam com as saias até ao tornozelo, quando chegava a hora de ir trabalhar para a horta, não tinham nenhuma dúvida em recolher as saias, pois a situação assim o exigia, para não estragar a pouca roupa que tinham. E ninguém considerava que aquilo fosse impudico. Se todas as mulheres andam com a saia a meia perna, isso não chamará a atenção, nem provocará uma consideração basicamente sexual do corpo.
Mas nem tudo é uma questão de costume.
Há certas leis características da percepção que reclamam a atenção sobre um ou outro aspecto do corpo. Determinados tipos de decotes ou mini-saias, roupas cingidas, etc., não podem deixar de chamar a atenção sobre os aspectos provocativamente sexuais do corpo feminino. E não é questão de mais ou menos roupa. Pode ter mais roupa e menos pudor. Podemos ver isso, nalguns casos, na nossa sociedade.
Isto é também o caso de certas tribo, que habitam em zonas úmidas e quentes. As circunstâncias de ambiente e a sua falta de técnica tornam impossível a roupa adequada, pelo que andam quase nus. O pudor costuma expressar-se dissimulando o estritamente sexual, mediante uma simples faixa. Mas quando uma mulher quer chamar a atenção do homem, o que faz é precisamente cobrir o peito. As leis da percepção fazem que isso chame mais a atenção, uma vez que nunca anda coberta. E o que não se vê, mas se imagina, é mais provocativo que o que se vê normalmente, porque as circunstâncias fazem que esse modo elementar de vestir seja o único possível e, portanto, que seja pudico. Nessas circunstâncias, a percepção do conjunto da sociedade está habituada a expressar o pudor e o impudor sempre da mesma maneira.
O natural para o homem depende da sua formação cultural, pois essa formação altera a sua constituição neuronal e estabelece modos naturais de percepção, dificilmente alteráveis. O fenómeno contemporâneo da perda do pudor e do nudismo é algo totalmente diferente da nudez habitual e constante dos “bons selvagens”.
A intimidade corporal e a entrega
Uma vez que as condições ambientais, técnicas, culturais, podem tambem estabelecer leis próprias do pudor, define-se espontaneamente a fronteira entre o pudico e o impudico. E estabelece-se o limite natural da intimidade pessoal. O vestuário tem a função de personalizar o corpo, de expressar a própria personalidade. Por isso tem a função de estabelecer o grau de relação com uma determinada pessoa. Quando as leis do pudor estabeleceram o que define a intimidade corporal, estabelece-se uma união entre a intimidade pessoal e a intimidade corporal. As duas caminham a par, porque a pessoa é ao mesmo tempo corpo e espírito. Quando se entrega o corpo, entrega-se a própria pessoa. E quando se abre a intimidade corporal, abre-se a intimidade pessoal. Separar esses dois fatores produz uma ruptura interior da pessoa.
Como a pessoa é indissociavelmente corporal, para criar um espaço de intimidade espiritual, de riqueza interior pessoal, tem de se criar um espaço de intimidade corporal. Todos os torturadores sabem que a nudez corporal é um modo muito eficaz de rebaixar e destruir a dignidade e a resistência interna das pessoas. Quando uma pessoa não defende a sua própria intimidade corporal, isso significa que não tem uma intimidade pessoal a salvar.
A prostituição destrói o mais íntimo das pessoas, por isso provoca tanta pena ou tanta repugnância. Quem entrega o corpo sem entregar a alma, prostitui-se. Quem entrega a intimidade corporal sem entregar a intimidade pessoal, prostitui-se.
Por isso, a nudez, a abertura da intimidade corporal, deve estar sempre ligada à entrega mútua e total da própria pessoa, que se realiza no casamento. A nudez é sinal de abandono e entrega plena, por isso tem de haver uma entrega mútua e para sempre; doutra forma, haveria prostituição por parte de um ou de outro. Se a nudez não é expressão de uma entrega pessoal, então é porque essa pessoa se está apresentando perante os outros como simples objecto, com o seu inevitável valor sexual em primeiro plano.
(Mikel Gotzon Santamaría Garai, "Saber Amar com o Corpo")
Fontes do texto: http://a-dignidade-da-mulher-catolica.blogspot.com/2010/06/sentido-e-leis-do-pudor.html e http://femininaonline.blogspot.com/2010/03/pudor-no-vestirvoce-o-tem.html
Edição com as fotos: http://femininaonline.blogspot.com/2010/03/pudor-no-vestirvoce-o-tem.html
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Moda praia para o próximo verão
domingo, 17 de abril de 2011
Dica de loja brasileira de roupa modesta: Recato
Nossas peças usam um tecido importado chamado Spandex; uma variação da Lycra, Spandex é um tecido que modela o corpo e não se move quando fazemos qualquer atividade, fica onde tem que ficar. As peças tem um comprimento maior que as normais proporcionando conforto ao caminharmos, agaixarmos e levantarmos. Abaixo seguem alguns exemplos da versatilidade de nossos produtos. Os tops podem ser usados sozinhos ou como um acessório! |




























