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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Comprimentos de saia

Olá... Estou aqui de novo para dar algumas dicas sobre o comprimento das saias para mantermos não só a elegância como, principalmente, a modéstia. 

O Apóstolo São Paulo ensina, na Palavra de Deus:

"Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis?" (1 Co 6,19)

Temos, por isso, que prestar atenção na mensagem de nossas roupas, naquilo que nosso corpo veste, para melhor glorificar a Deus com isso. Até porque tudo que fazemos deve ser motivo de dar glória ao Senhor: "Portanto, quer comais quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus." (1 Co 10,31)

Dito isso, vamos a uma imagem que ilustra bem os tipos de saia conforme o comprimento:



Não existe um "dress code" cristão descrito em documentos infalíveis. Mas, conhecendo a psicologia masculina, como ela reage diante da sensualidade feminina, e sabendo dos princípios morais que nos ensinam que o corpo deve ser velado, protegido, para não mostrarmos as partes que podem ferir a castidade e ofender a Deus.




Nesse sentido, a saia curta e a saia mini (ou minissaia) devem ser descartadas por qualquer mulher, mesmo não cristã, que reconheça sua própria dignidade e não queira passar por aí uma mensagem equivocada. Evidentemente, se isso se aplica às saias curtas e mini, muito mais à saia micro (ou microssaia), que eu nem chamo de saia, mas, jocosamente, de "cinto" um pouco mais largo.

Uma única observação que faço é que, dependendo do corpo da pessoa que usa, do ambiente, da situação, do estilo da saia, a curta talvez possa ser usada modestamente com uma legging por baixo. Evidentemente, é um recurso um tanto fashionista demais para o meu gosto e que, a princípio, apesar de poder ser modesta, corre grandes riscos de não ser elegante, e só cairia bem naquelas mais estilosas e modernas.

Os comprimentos aceitáveis, de acordo com o bom senso, para uma saia que preserve a dignidade da mulher são, de acordo com a imagem acima, as de tamanho padrão, as na altura do joelho, as midi, as na altura da canela, as na altura do tornozelo, e as longas ou maxi

Essas nomenclaturas não são tão rigorosas. Muita gente - inclusive eu - considera que as midi e as na altura da canela formam um só tipo de comprimento de saia: chamada justamente de saia midi, englobando aquelas que, na figura acima, são descritas como midi até aquelas que começam na altura da canela. De igual forma, a partir da altura da canela até a altura do tornozelo, alguns - novamente, inclusive eu - chamam de saia longa, diferenciando-se da maxi que é aquela última que vai até os pés.

Não importa tanto a nomenclatura agora. Importa saber que da saia padrão até a maxi estamos lidando com comprimentos que não violam a pureza feminina. As saias que vão da na altura do joelho até a maxi são sempre seguras - evidentemente, tratando-se de uma modelagem que não cole tanto no corpo a ponto de revelar, imprudentemente, todas as formas, e de um tecido que seja decente. 

Já a saia padrão, que fica um pouco acima do joelho requer algum cuidado. 

a) Se a pessoa é magra, ou mesmo que tenha o corpo malhado, definido, não tem as pernas excessivamente torneadas, dá para usar. 

b) Caso as pernas sejam um pouco mais grossas, mais detalhadas na sua definição, convém usá-la com uma meia-calça que não seja tão fina e evitando saltos muito altos - porque ele torneia ainda mais a panturrilha e também dá a impressão de "pernas de fora". Uma rasteira, um scarpin de salto baixo, serão melhores.

c) Já para quem tem realmente perna grossa, é melhor evitar. A peça não é, de si, imodesta, mas parece não ser tão conveniente para quem tem esse tipo de corpo. Novamente, São Paulo: "Tudo me é permitido, mas nem tudo convém." (1 Co 6,12)

Aqui algumas fotos minhas usando saia nesses comprimentos.





















Que saibamos unir a modéstia à elegância. Tantos versículos já coloquei acima sobre o recato nas roupas. Mas na Sagrada Escritura também encontramos exemplos de mulheres elegantes.

A Bíblia fala da mulher virtuosa na famosa passagem de Provérbios 31. Ela tem graça e sabedoria, é laboriosa, seu marido é honrado nela, seus filhos a louvam, é caridosa e forte, sabe que se a beleza é vã, deve cultivar a inteligência e dar amáveis instruções. Pois bem, essa mesma mulher virtuosa de Provérbios se veste bem, é elegantíssima: "suas vestes são de linho fino e de púrpura." (Pv 31,22)

Querendo mais dicas sobre o uso da saia, exemplos concretos com fotos e explicações, cliquem no marcador "saias" aqui no blog.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Hangout no Programa Modéstia e Pudor agora também no Canal Femina do Youtube

Antes o vídeo estava apenas no canal da Letícia, que me entrevistou. Agora, inauguro meu canal no Youtube com esse vídeo também. Confere lá!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Gambás e alcatras

Artigo do Carlos Ramalhete na Gazeta do Povo de ontem:



Gambá é um bicho que é muito atropelado. Não é difícil entender o porquê, quando se os vê atravessando a estrada, rebolando e jogando aquele rabão feio e pelado de um lado para o outro. Carcaça de gambá atropelado é uma dessas coisas que só urubu pode achar apetitoso, mas que são frequentes o suficiente para que quem viaja muito sempre as veja.

Em ambientes controlados, refrigerados e limpos, vemos outro tipo de carcaça animal: belas peças de alcatra e picanha, penduradas nas vitrines dos açougues. Tão bonitas que acho que o urubu iria demorar para entender que é para comer.

O problema começa quando o tratamento dado às alcatras começa a ser estendido a seres humanos, como fazem os muitos homens que tratam as mulheres como coisa, como peças de carne expostas em açougues. É um problema sério, que só pode ser combatido fazendo com que eles percebam que elas são muito mais que peças de carne. Reafirmando a sempre existente dignidade feminina que eles negam.

Infelizmente, há quem ache que a solução é passar de alcatra a carcaça de gambá atropelado. Como triste exemplo, sábado teremos uma passeata de carcaças de gambá em Curitiba, quando a edição local da “Marcha das Vadias” vai tentar desfazer o que resta de respeito à dignidade feminina, com direito a senhoras seminuas, com frases de efeito rabiscadas pelo corpo, berrando como almas penadas e assustando as crianças, os cachorros e mesmo algum gambá ou urubu perdido na cidade.

O equivalente masculino talvez fosse uma passeata de barrigudos de cuecas, com o controle remoto numa mão e a latinha de cerveja na outra, arrotando e coçando as partes, como forma de protesto contra a falta de reconhecimento da dignidade masculina. E, mesmo assim, seria um mal menor que a “Marcha das Vadias”, porque a dignidade feminina é infinitamente maior que a masculina. Sua negação – em grau menor pelos donjuans de porta de botequim e em dose máxima pelas vadias urrantes – é um atentado maior que a da masculina, por ser mais digno o alvo do atentado.

Costumo dizer que o feminismo tirou a mulher do pedestal e a arrastou para o açougue; as “vadias”, querendo ser carcaças de gambás atropelados, são apenas a versão já farsesca do mesmo erro fundamental de querer fazer a mulher descer ao nível do homem, achando que isto seria uma forma de melhorar sua situação social. A imbecilidade machista deve ser combatida pela afirmação da dignidade e da capacidade feminina, não pela imitação do pior do sexo masculino.

Nem alcatra, nem gambá: mulher.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

20 maneiras para as moças reivindicarem o respeito que merecem

Do excelente e sempre lido por mim blog da Bárbara Lores, trago em um belíssimo texto:


1- Vista-se de forma apropriada a sua dignidade. Como diz a incrível pregadora sobre castidade, Crystalina Evert: "Não ande por ai mandando mensagens de que seu corpo é a melhor parte de você - implicando que seu coração, seus pensamentos e sua alma não sejam importantes. Ao invés disso, desperte com a sua modéstia, o desejo de conhecerem-na melhor."

2- Recuse dormir com um homem antes de ter o anel de casamento em seu dedo. SE ELE REALMENTE TE AMAR, irá esperar. Esse respeito, tanto o respeito que você deve ter por si, e o respeito do rapaz por você, irá te levar ao casamento um dia.

3- Não use camisas deploráveis com mensagens do tipo: "Quem precisa de um cérebro quando se tem isso!?". Pare de comprar em lugares que vendam coisas como esta. Não vista calças ou shorts que tenham algo escrito em sua parte inferior, ao menos que seja o lugar para o qual deseje chamar a atenção de todo par de olhos que olhem para você.

4- MANTENHA SEUS PADRÕES ALTOS. Um homem de verdade subirá para atender seus padrões, mais se você diminui seus padrões por causa dele, irá se lamentar muito, e este rapaz não se verá desafiado a ser um homem melhor. Você pode estar desencorajada, mas existe homem assim. Eles passam assim como você por momentos difíceis, por buscarem viver puros em um mundo tão impuro. E talvez um deles esteja enfrentando uma dura batalha agora por você, então não desanime-o. REZE por ele.

5- Ore para ser mais parecida com Maria. Existe alguma mulher mais linda e digna que a Mãe de Deus? Reze três ave-marias por dia para purificar seus pensamentos, seu corpo e seu coração.

6- Reprima qualquer homem que a olhe ou a toque de forma inadequada. Em vez de rir disso, firmemente(mas de maneira respeitosa e de preferência em particular) deixe ele saber que isso é completamente inaceitável. Você estará fazendo a ele e a ti um grande favor.

7- Não deixe-se enganar pela falsidade da mídia em dizer que a perfeição física é possível e necessária.

8- Não freqüente lugares onde mulheres(ou homens) são colocados em exposição para atrair clientes.

9- DEIXE o rapaz ser um cavalheiro. Enquanto ele segura a porta ou puxa sua cadeira com um espiríto puro, ele não estará dizendo que você não é capaz de fazer isso. Ele quer dizer que você é tão especial que a quer honrar com suas ações.

10- Evite roupas(mesmo de baile, vestidos ou maios) que parecem ser feitas com o propósito de permitir a um homem que não seja seu marido apreciar a vista do seu corpo. Deus o fez extra-especial e não deve ser visto por todo mundo.

11- Faça uma oração toda vez que ver uma mulher vestida impropriamente, seja pessoalmente ou na TV, etc. Reze para que ela reconheça seu verdadeiro valor. E reze para que os homens não sejam desviados por ela.

12- Trate qualquer pessoa que conhecer com respeito. Não deixe que a sua gentileza e atenção dependa da popularidade ou beleza da outra pessoa(homem ou mulher). Se for assim, você poderá perder relacionamentos lindos e surpreendentes.

13- Seja AUTÊNTICA. Existirá apenas uma igual a você por toda a eternidade , e existe um vazio que somente você pode preencher. Seja você mesma sem medo. Sua autenticidade será uma qualidade notável e fará que os outros a respeitem. Santa Catherine de Siena disse uma vez: "Se você é o que você deveria ser, você irá colocar o mundo em chamas."

14- Trate seu corpo como templo do Espírito Santo. Jesus te comprou com o preço do seu sangue derramado no Calvário. Não desperdice esse presente supremo degradando seu corpo nas drogas, álcool, ou vivendo o sexo fora do casamento. Tome cuidado para não expor-se em situações que fará algo que se arrependerá depois. Álcool torna-a vulnerável, e existem muitas garotas que foram abusadas sexualmente tanto porque optaram por uma bebida, ou porque tiveram uma substância posta em seu copo. Por favor, não pense que isso não possa acontecer com você.

15- Não acredite nas mentiras. Satanás e o mundo irão sussurrar muitas delas em seus ouvidos.(Você deve perder mais 5 quilos para que ele possa te convidar para sair. Seus pais não entendem NADA. Você não é boa o suficiente para ser amada) Soa familiar?


16- Seja a mulher que Deus a fez pra ser. Trabalhe suas virtudes como gentileza, paciência, e coragem. Como diz Provérbios 31: "O charme é enganador, e a beleza é passageira, mas a mulher que teme a Javé merece louvor."

17- Mostre ao mundo que modéstia não é desarranjo. Que você pode se vestir lindamente E ser modesta. Isso talvez dê um pouco a mais de trabalho, mas não deixe ninguém a dizer que isso não é possível.

18- Seja grata por ser mulher! As mulheres possuem dons incríveis, e você certamente possui qualidades e talentos únicos. Glorifique a Deus desenvolvendo e usando os dons que recebeu.

19- Seja um exemplo para todas as jovens moças que conhece - irmãs, primas, e vizinhas. Elas desejam algo melhor que o mundo oferece, e dependem de você para modelarem nelas a verdade e a verdadeira beleza.

20- Mais importante do que tudo, faça de Jesus seu Melhor Amigo. Ele é o único que é fiel sempre, e Ele irá encorajar você com seu esforço a se levantar e exigir respeito. Ele irá te dar a força para se tornar quem ele a criou pra ser, e Ele irá te levantar toda vez que você cair.


A Tradução foi retirada da comunidade Castidade, do orkut, e parece ter sido feita por Filipe Santana, que a publicou.

Esta publicação foi uma sugestão da Senhorita Joyce Alves, umas de nossas donzelas leitoras e minha amiga pessoal.




quarta-feira, 13 de junho de 2012

Salto e padrões

Mantenha altos não apenas seus saltos, mas seus padrões. 

Emma Watson diz: “Quando menos você revelar, mais as pessoas podem se perguntar.” E é verdade! A modéstia e o pudor podem cativar mais, podem atrair mais (olhares decentes e relacionamentos duradouros e sérios), podem ser mais sedutores do que adotar a seminudez atual.


terça-feira, 17 de abril de 2012

As meninas e a formação

Do site quase homônimo, Feminina On Line, que é muito bom e é mantido por uma cristã luterana, a qual comenta aqui de vez em quando, trago um belo texto:

 

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" As prostitutas da década de 50, se vestiam com mais decência do que muitas de nossas filhas hoje"

Essa frase não é minha, ainda não confirmei bem a referência dela. Ela é uma frase dura, ríspida, você pode questionar algo referente a contextos distintos, mas no fundo ela nos leva a pensar, trás uma verdade amarga e nos faz refletir.  Estamos indo de mal a pior no que se refere a educação básica das meninas adolescentes brasileiras. Estou falando aqui de todas as meninas, estou falando aqui da sua irmã, da sua filha, que você joga dentro da igreja no domingo de manhã, e o resto da semana não tem a menor idéia do que esta se passando nas suas relações, nos seus sentimentos, nas influências que ela vem recebendo.

Eu sou muito observadora, e cada vez mais tenho visto meninas de 11/12 anos envolvidas em um aprendizado de como prostituir-se, de como vender seu corpo para conseguir benefícios! São as meninas que mostram seu corpo para conseguir a atenção do coleguinha, são as meninas que dançam de forma sensual, que aprendem que dependendo da forma como se comportarem conseguiriam a atenção dos garotos. São as meninas que se orgulham de mostrar que os homens são todos iguais, que mandam e desmandam nos meninos. Isso esta tão forte que muitas meninas jamais encostaram em um garoto, mas dizem publicamente que o fizeram, divulgando frases do tipo: não me valorizou perdeu, babaca a fila andou, etc.. Porque elas tem que assumir esse papel de "mulher", elas tem que seguir esse padrão, seu valor esta relacionado a isso. Padrão esse que muitas vezes os pais não percebem, não conseguem ver o que esta por trás do batom forte, do óculos da atriz da novela, da música com mensagens sensuais, do vestido extremamente justo e curto. Muitos ainda acham bonitinho, ela só quer fingir que é de tal forma... Não podemos ser coniventes com essa situação.

O meio em que as meninas adolescentes vivem pode ser muito cruel: a pressão das colegas, a ausência do referencial paterno e materno, as mudanças no corpo, os hormônios, na mente a necessidade de assumir um lugar. Muitas meninas são filhas extremamente responsáveis, comportadas dentro do ambiente familiar, mas na escola, nas ruas o comportamento muda completamente e dá lugar a uma "mulher", uma imagem de mulher totalmente nojenta e perdida. Não ache que isso é normal, que é só um comportamento infantil, fique atento(a). Você como responsável por uma menina adolescente deve orientar, deve ser firme e amoroso(a). E espero que você comece a fazer isso desde o nascimento, porque se você deixar para dar atenção, formação para essas meninas só quando elas já estiverem na adolescência, pode ser tudo mais complicado, muito mais complicado.

Não basta para dar uma formação digna, cristã para as meninas, jogá-las na igreja domingo de manhã, jogá-la nos 20 min de escola dominical. É importante sim o vivenciar e participar do culto/missa (já que descobri que tenho leitores católicos e fiquei bem feliz com isso), é imprescindível participar dos minutos de partilha e formação comunitária, mas a grande parte da formação dessas meninas vai se dar na "Igreja Doméstica", vai se dar na vivencia cotidiana em família, vai se dar na experiencia de relacionamento familiar alicerçado na Palavra de Deus, e isso é exercício diário, a todo momento, é no seio familiar alicerçado Nessa Palavra que se dá a formação das crianças.

É lógico que temos configurações diversas de famílias. Temos famílias sem a presença materna, famílias sem a presença paterna, famílias onde o papel de pai e mãe é vivenciado por uma avó, por uma tia, e essas famílias devem ser acolhidas pela igreja, para propiciar a melhor formação possível para as crianças e adolescentes, e a melhor formação é cristã. Você pode me dizer que uma pessoa não precisa ser cristã para cuidar bem das crianças sob sua responsabilidade, e eu concordo com você que independente da religião qualquer pessoa pode ser um bom cidadão, pode ser um bom amigo, pode ser um bom profissional e tentar dar o melhor para os seus filhos, mas se ela não for cristã, e não permitir uma formação cristã para seus filhos, ela não vai estar propiciando o melhor para sua família, não vai estar apresentando o maior tesouro. Ela pode ser a pessoa mais atenciosa do mundo, pode fazer as maiores obras de caridade, mas isso não salva ninguém, não salva ela e nem a sua família. Sem Cristo não há salvação, há condenação.

MÃE E PAI! E aqui eu me incluo, porque mesmo ainda não tendo filhos, como garota eu tenho um zelo maternal por uma série de pessoas. Fiquemos atentos a nossas meninas! Não ache normal sua filha, sua irmã  de 12/13 anos usar um vestido justo vermelho que mal cobre seu bumbum e um salto altíssimo. Não ache normal ela sair por ai tirando fotos de minissaia, com a mão no joelho, mostrando as suas "curvas", virada pra parede mostrando o bumbum, não ache normal as fotos com pernas a mostra numa cama fazendo biquinho, não ache normal as frases com cunho sexual, com comentários sobre experiencias sexuais. Mesmo que você tenha certeza absoluta que sua filha não esta fazendo nada "errado" longe dos seus olhos, que isso é só uma fantasia de adolescente, essas atitudes mostram que a visão de feminino dela esta completamente equivocada, que o ideal de "ser mulher" dela esta equivocado, e isso é muito perigoso.

A internet esta ai, e essas mesmas meninas estão expostas em perfils, pois bem, fique atento. E se você perceber essas atitudes, não adianta você surtar completamente de uma hora pra outra, mantenha a calma, ore, e converse com essa menina, oriente com firmeza, com pulso firme, mas com amor também.

Apesar de alguns contextos serem mais propícios que outros, é SEMPRE hora de recomeçar, é sempre hora de fazer diferente, é sempre hora para a mudança. NÃO desista das suas meninas, NÃO PODEMOS desistir das pessoas, não faça isso.

Eduque suas meninas! Proteja elas e as prepare para encarem a vida, prepare para que ela possa tomar boas decisões quando for a hora certa.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Do pedestal ao açougue

Artigo do Carlos Ramalhete, publicado ontem na Gazeta do Povo:

Costumo dizer que o feminismo tirou a mulher do pedestal para colocá-la no açougue. Nesta semana, infelizmente, pude perceber os dois lados da mesma triste moeda da negação da dignidade feminina.

Um adolescente me contou, chocado, de uma festa em que as mocinhas adolescentes dançaram na boquinha da garrafa e os rapazes se embebedaram para, confessadamente, terem coragem de agarrá-las à força.

No mesmo dia, eu li um texto pregando uma forma puritana e exagerada de pudor, que recomenda que as moças andem enroladas em panos rijos, como nas prescrições dos mais loucos fundamentalistas islâmicos.

Ambas as visões partem do pressuposto de que as mulheres não têm dignidade alguma. Para os primeiros, elas são frutas que rebolam para mostrar que estão maduras e prontas para colher. Para os segundos é a mesma coisa, o que os leva à recomendação de reduzir a visibilidade da sua condição feminina.

Ora, a dignidade feminina existe e a mulher deve ser respeitada, inclusive por ela mesma. Uma mulher em situação degradante choca mais que um homem na mesma situação, justamente por ser a dignidade da mulher maior que a do homem.

Quando uma moça se apresenta como mero objeto sexual, a ser agarrado a laço ou tendo que se esconder atrás de panos rijos e informes para não o ser, ela está atentando contra a dignidade de todas as mulheres. E o homem que partilha dessa percepção da mulher como coisa ou bem de consumo atenta não só contra a dignidade feminina, mas também contra a sua própria masculinidade, que deveria ser expressa como cavalheirismo.

O corpo da mulher atrai o homem; se não fosse assim, nenhum de nós teria nascido. Mas essa atração serve para que ambos se unam e, juntos, criem seus filhos. Filhos não são criados por peças de carne, sim por pessoas. Quando se nega, na prática, que a mulher seja uma pessoa, nega-se o próprio sentido da beleza dela. É o equivalente sexual da anorexia, do comer e vomitar para não aproveitar a nutrição e reconhecer na comida apenas o seu cheiro e sabor.

Entre o armário com shortinhos que mais parecem pochetes e o outro com fronhas gigantes para esconder que ali está uma mulher, deve haver um em que a moça pode se vestir de moça, em que a sua feminilidade será celebrada tanto na beleza quanto na dignidade, em que ela não será vista como bem de consumo, sim como pessoa digna de amor e de respeito.

A nós, homens, compete amá-las e respeitá-las como se elas já houvessem encontrado esse armário, sempre. Como as pessoas – não frutas – que elas são.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Discretas, mas não “sem graça”

O texto abaixo, com as fotos, tirado de um blog de moda e estilo, é interessante. Antes, porém, duas observações:

1. É triste que nele se fale da modéstia das evangélicas e das judias, como se as católicas não procurassem essa virtude, como se as católicas pudessem se vestir de qualquer jeito, não atentassem ao pudor. É velha generalização que parece indicar que católico é qualquer um, mesmo que não viva sua fé, não se comporte como tal, não desse importância a, por exemplo, se vestir sem desagradar a Deus.

Isso, por um lado, é preciso constatar, tem origem no descuido que muitas moças e senhoras católicas têm, nos últimos anos, para com suas roupas. Realmente, a maioria não está se vestindo com pudor, como convém a uma católica. Todavia, não acho que por conta do erro de várias, o blog deva ignorar que católicas buscam, sim, a modéstia no vestir, como se só evangélicas e judias é que “se ligassem” no vestuário recatado.

Não custa lembrar que também as mórmons possuem um cuidado especial nessa seara, no que foi ignorado pelo blog.

2. Por outro lado, talvez seja positivo em um sentido mais profundo. Embora católicas devam, sim, cuidar do modo como se vestem, devam, sim, atentar ao pudor, ao recato, à modéstia, devam, sim, vestir-se sem desagradar a Deus, devam, sim, evitar a moda mundana, elas não seguem um “padrão rígido”, uma “lista do que pode e do que não-pode”. A moral evangélica, na maioria dos casos, é puritana (no sentido moderno e que extrapola o próprio puritanismo dos primeiros calvinistas) ou, em algumas igrejas, feita por “usos e costumes”.

Católicas deveriam buscar a modéstia – e nosso blog tem isso como um de seus objetivos –, mas sem aquela “neura” por medir centímetros ou procurar SEMPRE enquadrar uma determinada roupa no rol das peças proibidas. Claro, algumas vestes são absolutamente inadequadas, pela impossibilidade de adaptá-las a um modo mais recatado, ou por não ficar modesta em nenhum tipo de corpo. Em geral, porém, a católica bem formada sabe que, ao mesmo tempo, deve ocupar-se da virtude do pudor e do recato, e igualmente raciocinar por princípios e não por “listas”.

De qualquer forma, o texto não mostra as evangélicas e judias como seguidoras de listas, nem apresenta uma moral puritana, no que podemos insistir no ponto 1, acima. Fala-se, logo na primeira frase, que evangélicas e judias prestam mais atenção em formas, decotes e comprimentos.

Ora, se é verdade que não há um “padrão católico”, um “catholic dress code”, é também verdade, por outro lado, que as católicas, como as evangélicas e judias, prestam também atenção em formas, decotes e comprimentos! Não para analisar os milímetros, não para condenar todo e qualquer tipo de decote, mas prestam atenção, sim, e o texto erra ao não incluir essas mulheres, ignorando-as como se só judias e protestantes buscassem a modéstia.

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DISCRETAS MAS NÃO ‘SEM GRAÇA’

publicado por: Fernanda

Se judias e evangélicas prestam mais atenção à formas, decotes e comprimentos, então todos os outros ‘elementos de design’ do look passam a ser compensatórios (pro bem). Quem usa saias mais longuinhas e blusas mais fechadas devia ser o-bri-ga-da a fazer todo dia uma coordenação incrível de cores, coloridas ou mesmo entre neutras. E assim imprimir personalidade no look, tipo cores mais femininas num dia, cores mais criativas no outro, mais elegante no trabalho, mais ousadas numa festinha. Estampas e texturas diferentes também contam como interessância em cada visual que compõem. E variedade de modelos e caimentos, né, meninas – que ninguém precisa ter só um tipo de saia nem só um tipo de parte de cima. Vale saia tipo A, tipo tulipa, mais retinha, tipo sarongue, tipo envelope, com bolsos, com barras trabalhadas e vale também coordenar mangas em tamanhos diferentes, decotes diferentes e mais.

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Vale prestar atenção nas proporções: saia mais longa pede blusa mais curta – boas medidas são o meio dos joelhos (pra barras de saias) e o ossinho do quadril (pra barras de blusas). E se a barra da saia sobe, a barra da blusa pode descer um pouquinho! A terceira peça, nos looks das moças de igrejas e sinagogas, devia também ser obrigatória: a modelagem mais justa ou mais soltinha depende da modelagem das outras peças – vestidinho mais solto com cardigan mais justinho, saia mais reta com jaquetinha mais solta (tipo isso). E terceira peça meio transparentinha é a melhor amiga dos visuais interessantes no calor! Atenção especial pros sapatos: quanto mais abertos, mais alongadores de pernas. Sapatos com gáspea alta ou mais fechados, cobrindo mais os pés, ajudam mais se a barra das saias estiver acima do joelho ou se combinados com meias (sem contraste entre cores de meia e sapatos).

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Então anota: cores e formas são muito muito “manipuláveis” a nosso favor (eu também to na igreja quase todo dia!). E acessórios, né: colar brinco anel broche tiara conta mais pontos num visual que repete menos formas que os outros, vale dar atenção especial a esses complementos. Cabelo e make também contam muito!!! Diz que poetas se impõem métricas e rimas como desafio, pra se superar em criatividade – desse mesmo jeito as restrições do vestir de quem segue doutrinas específicas também pode funcionar como fator de estímulo e de originalidade…!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Sentido e leis do pudor. Ou “Pudor no vestir,você o tem?”

 

O sentido do pudor

Se o corpo é expressão da alma, a educação do corpo levará a apresentá-lo como manifestação adequada do ser espiritual da pessoa. A intimidade pessoal tem também um reflexo na intimidade corporal. (…) O pudor é o aspecto da educação que nos leva a apresentar-nos, sempre como pessoas com alma e corpo. É a defesa do aspecto pessoal do corpo, é evitar que apareça como simples objeto sexual. Uma vez que essa experiência do corpo como simples objecto apetitoso está dentro das possibilidades normais de qualquer pessoa, quando nos apresentamos junto dos outros procuramos evitar-lhes que caiam numa consideração meramente animal do nosso próprio corpo. E assim evitamos ser considerados como animais. Porque o nosso corpo é parte da nossa pessoa.

O pudor consiste em apresentar o caráter pessoal do corpo. O impudor consiste em apresentar-se como objeto sexual, em destacar o estritamente sexual, de maneira que chame a atenção do outro de maneira imediata.


As leis do pudor

Para saber o que é o pudor e o impudor no homem e na mulher, cada um deles deve ter em conta a diferença natural de percepção do outro. O homem reage naturalmente, de modo automático, perante os valores meramente carnais do sexo feminino, enquanto que a mulher não sente habitualmente essa mesma atração imediata perante o corpo do homem.

Por outro lado, o que é pudico ou impudico depende da situação em que nos encontramos e da função que tem que cumprir o vestuário.

Não é o mesmo estar a tomar banho que estar numa festa. O que é perfeitamente apresentável como fato de banho, é totalmente inadequado como fato de festa. Aparecer numa festa de sociedade em fato de banho, é apresentar-se de modo impudico, destacar o estritamente sexual. E assim o sentirão todos os presentes.

O pudor não se pode reduzir, portanto, a centímetros de roupa. Depende de um conjunto de fatores que influem na percepção que os outros têm de nós. Depende das diversas situações e da função do vestuário e depende também dos costumes no modo de vestir.

Se, numa sociedade em que todas as mulheres andassem com as saias até ao tornozelo, uma se apresentasse com a saia a meio da perna, chamaria a atenção. E a atenção recairia sobre aspectos significativamente sexuais.
Por outro lado, as mesmas mulheres que andavam com as saias até ao tornozelo, quando chegava a hora de ir trabalhar para a horta, não tinham nenhuma dúvida em recolher as saias, pois a situação assim o exigia, para não estragar a pouca roupa que tinham. E ninguém considerava que aquilo fosse impudico. Se todas as mulheres andam com a saia a meia perna, isso não chamará a atenção, nem provocará uma consideração basicamente sexual do corpo.

Mas nem tudo é uma questão de costume.

Há certas leis características da percepção que reclamam a atenção sobre um ou outro aspecto do corpo. Determinados tipos de decotes ou mini-saias, roupas cingidas, etc., não podem deixar de chamar a atenção sobre os aspectos provocativamente sexuais do corpo feminino. E não é questão de mais ou menos roupa. Pode ter mais roupa e menos pudor. Podemos ver isso, nalguns casos, na nossa sociedade.

Isto é também o caso de certas tribo, que habitam em zonas úmidas e quentes. As circunstâncias de ambiente e a sua falta de técnica tornam impossível a roupa adequada, pelo que andam quase nus. O pudor costuma expressar-se dissimulando o estritamente sexual, mediante uma simples faixa. Mas quando uma mulher quer chamar a atenção do homem, o que faz é precisamente cobrir o peito. As leis da percepção fazem que isso chame mais a atenção, uma vez que nunca anda coberta. E o que não se vê, mas se imagina, é mais provocativo que o que se vê normalmente, porque as circunstâncias fazem que esse modo elementar de vestir seja o único possível e, portanto, que seja pudico. Nessas circunstâncias, a percepção do conjunto da sociedade está habituada a expressar o pudor e o impudor sempre da mesma maneira.

O natural para o homem depende da sua formação cultural, pois essa formação altera a sua constituição neuronal e estabelece modos naturais de percepção, dificilmente alteráveis. O fenómeno contemporâneo da perda do pudor e do nudismo é algo totalmente diferente da nudez habitual e constante dos “bons selvagens”.

A intimidade corporal e a entrega

Uma vez que as condições ambientais, técnicas, culturais, podem tambem estabelecer leis próprias do pudor, define-se espontaneamente a fronteira entre o pudico e o impudico. E estabelece-se o limite natural da intimidade pessoal. O vestuário tem a função de personalizar o corpo, de expressar a própria personalidade. Por isso tem a função de estabelecer o grau de relação com uma determinada pessoa. Quando as leis do pudor estabeleceram o que define a intimidade corporal, estabelece-se uma união entre a intimidade pessoal e a intimidade corporal. As duas caminham a par, porque a pessoa é ao mesmo tempo corpo e espírito. Quando se entrega o corpo, entrega-se a própria pessoa. E quando se abre a intimidade corporal, abre-se a intimidade pessoal. Separar esses dois fatores produz uma ruptura interior da pessoa.

Como a pessoa é indissociavelmente corporal, para criar um espaço de intimidade espiritual, de riqueza interior pessoal, tem de se criar um espaço de intimidade corporal. Todos os torturadores sabem que a nudez corporal é um modo muito eficaz de rebaixar e destruir a dignidade e a resistência interna das pessoas. Quando uma pessoa não defende a sua própria intimidade corporal, isso significa que não tem uma intimidade pessoal a salvar.

A prostituição destrói o mais íntimo das pessoas, por isso provoca tanta pena ou tanta repugnância. Quem entrega o corpo sem entregar a alma, prostitui-se. Quem entrega a intimidade corporal sem entregar a intimidade pessoal, prostitui-se.

Por isso, a nudez, a abertura da intimidade corporal, deve estar sempre ligada à entrega mútua e total da própria pessoa, que se realiza no casamento. A nudez é sinal de abandono e entrega plena, por isso tem de haver uma entrega mútua e para sempre; doutra forma, haveria prostituição por parte de um ou de outro. Se a nudez não é expressão de uma entrega pessoal, então é porque essa pessoa se está apresentando perante os outros como simples objecto, com o seu inevitável valor sexual em primeiro plano.

(Mikel Gotzon Santamaría Garai, "Saber Amar com o Corpo")

Fontes do texto: http://a-dignidade-da-mulher-catolica.blogspot.com/2010/06/sentido-e-leis-do-pudor.html e http://femininaonline.blogspot.com/2010/03/pudor-no-vestirvoce-o-tem.html

Edição com as fotos: http://femininaonline.blogspot.com/2010/03/pudor-no-vestirvoce-o-tem.html

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Moda praia para o próximo verão

Para já preparar o próximo verão com peças modestas, mas adequadas à beira da praia ou piscina, apresentamos coleções de duas lojas americanas especializadas em roupa recatada, dirigidas por cristãs preocupadas com a virtude da castidade:















A fundamentação teórica de uma moda praia modesta, mas não como uma cortina ou lençol, além de muitos modelos, está aqui: http://feminaonline.blogspot.com/2010/12/moda-praia.html Também recomendamos o seguinte link: http://feminaonline.blogspot.com/2010/12/mais-moda-praia-modesta.html


domingo, 17 de abril de 2011

Dica de loja brasileira de roupa modesta: Recato








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A loja é recomendada por vários sites mórmons, que são referência insuspeita de modéstia. Nesse sentido, é bem significativo que aprovem calças nas mulheres.